O helicóptero institucional do Governo de Roraima realizou pelo menos 33 voos de emergência desde maio de 2026, segundo balanço divulgado pela Casa Militar do Estado. Cerca de 85% das ocorrências atendidas ocorreram em locais sem acesso urgente por via terrestre ou fluvial, demandando o uso da aeronave para socorro médico, transporte de pacientes e retirada de pessoas isoladas.
Em Normandia, quatro servidores do Dsei Leste foram resgatados da comunidade Cuieiras após permanecerem isolados por alguns dias. Em Uiramutã, o helicóptero foi acionado para transferir uma criança indígena picada por cobra na comunidade Manalai para uma unidade de referência, além de transportar bebês com problemas respiratórios e dificuldade alimentar, uma gestante em trabalho de parto e um homem de 56 anos com fraturas na perna e clavícula após acidente com quadriciclo.
As pistas nas comunidades de Uiramutã dificultavam ou impediam o pouso de aeronaves convencionais usadas pelo Dsei Leste, tornando o helicóptero do Estado a única opção viável para atendimento. O secretário-chefe da Casa Militar, coronel Francisco Xavier Castro, afirmou que o helicóptero reduz o tempo de resposta, citando um resgate que levaria até quatro horas e meia de carro e foi feito em 45 minutos de aeronave.
O termo de cooperação técnica autoriza o uso da aeronave para socorro médico, busca e salvamento, apoio em enchentes e intervenções policiais contra o crime organizado. O governador Soldado Sampaio determinou a destinação da aeronave para atender demandas sociais assim que assumiu o governo, destacando que buscou corrigir problemas antigos relacionados à falta de atenção com a saúde.
Segundo o governador, ele decidiu destinar a aeronave para atender a população porque tratou de corrigir problemas antigos relacionados à falta de atenção com a saúde ao assumir o governo. O secretário-chefe da Casa Militar destacou que o grande diferencial do helicóptero é a otimização do tempo de resposta em áreas de difícil acesso.


