Na manhã de quinta-feira (5), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) admitiu a ação proposta pelo partido Novo contra a chapa Lula‑Alckmin, alegando abuso de poder econômico nas eleições de 2026. A decisão foi publicada no mesmo dia e comunicada ao público em sexta-feira (6).
O corregedor da Corte Eleitoral, Ricardo Villas Bôas Cueva, considerou que o pedido atendia aos requisitos legais e abriu prazo de cinco dias para que os investigados apresentem defesa. A ação baseia-se em alegações de que o governo teria usado recursos públicos, como antecipação do Bolsa Família, redução de preços de combustíveis e outras medidas, para fins eleitorais.
Segundo o colunista Fernando Schüler, o TSE admitiu a ação e o corregedor abriu prazo de cinco dias para defesa. A decisão não traz ainda qualquer julgamento sobre cassação ou outras sanções.
Com a admissão, a Corte Eleitoral passa a conduzir o processo de forma a verificar a veracidade das acusações. O prazo de defesa abre um espaço para que os investigados apresentem documentos e argumentos que contestem as alegações apresentadas pelo partido Novo.


