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Polícia

Suspeito de decapitar jovem em Caracaraí é preso pela FICCO

Homem de 26 anos, vinculado ao PCC, confessou o crime motivado por retaliação após vítima mudar de facção

• 2 min de leitura • Por Redação Estadão Roraima
Suspeito de decapitar jovem em Caracaraí é preso pela FICCO
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Um homem de 26 anos, identificado pelas iniciais V.V.S., foi preso nesta quinta-feira (29) em Caracaraí, no interior de Roraima, por suspeita de homicídio qualificado. O investigado, que integra a facção Primeiro Comando da Capital (PCC), é apontado como o autor da morte de Marcelo de Oliveira Menezes Filho, de 18 anos, cujo corpo foi localizado amarrado e decapitado no dia 25 de outubro. A captura ocorreu durante uma operação integrada da Polícia Civil de Roraima (PCRR), da Polícia Militar de Roraima (PMRR) e da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO).

Segundo as autoridades, o suspeito confessou participação no homicídio e na decapitação da vítima durante o interrogatório. O crime teria sido motivado por retaliação, pois a vítima teria mudado de facção criminosa, o que gerou o conflito fatal. A confissão foi determinante para a formalização da prisão e o avanço das investigações sobre a dinâmica do assassinato.

Durante a ação policial, foram apreendidas três munições de calibre .38, uma balança de precisão e um aparelho celular. Os itens recolhidos no local da prisão podem auxiliar na elucidação de outros crimes ou na comprovação da atuação do suspeito em atividades ilícitas. A apreensão dos materiais segue a protocolar padrão de operações contra o crime organizado no estado.

O investigado possui antecedentes criminais por violência doméstica, tráfico de drogas e crimes sexuais. Essa ficha criminal anterior é considerada relevante para a avaliação do risco que o suspeito representa, além de reforçar o perfil de reincidência. A presença de registros por crimes contra a pessoa e contra o patrimônio complica o histórico do detido perante o sistema de justiça.

Após a prisão, V.V.S. foi levado à audiência de custódia na sexta-feira (30), onde a Justiça manteve a prisão preventiva. A medida cautelar visa garantir a ordem pública e a aplicação da lei penal, considerando a gravidade do ato e os antecedentes do investigado. Com a manutenção da prisão, o suspeito permanecerá encarcerado até o julgamento do caso.

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