Clébio Genuíno, servidor público federal e candidato ao governo de Roraima pelo Partido da Causa Operária (PCO), entregou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um plano de governo com sete páginas. O documento foi apresentado nesta terça-feira (3) e reúne propostas para os setores de educação, saúde, salários e inflação.
Entre as principais propostas estão o piso salarial de pelo menos R$ 8 mil para profissionais da saúde e da educação, além do piso nacional dos professores de, no mínimo, R$ 8,5 mil. O plano também prevê livre ingresso em universidades, fim dos vestibulares e internet gratuita para a população.
O documento inclui ainda a anulação de dívidas dos trabalhadores com o sistema financeiro, a redução da jornada de trabalho para o máximo de sete horas por dia e o passe livre nos transportes para desempregados e trabalhadores da economia informal. Na educação, propõe o fim da proibição do uso de celulares nas escolas.
Na área da saúde, o plano estabelece um piso salarial de R$ 8 mil para os profissionais, prevê um plano de emergência para construção de hospitais e postos de saúde, além do retorno do programa Mais Médicos. Também inclui a validação imediata de diplomas de médicos brasileiros e estrangeiros residentes no país.
Quanto à segurança pública, o plano propõe a dissolução da Polícia Militar e a criação de comitês de autodefesa para trabalhadores da cidade, do campo e comunidades indígenas. O documento foi batizado de ‘Por salário, trabalho e terra – Revolução, governo operário e comunismo’ e marca a primeira disputa de Clébio Genuíno pelo cargo de governador de Roraima.


