Conheça o trabalho de educação inclusiva realizado pela prefeitura de Boa Vista

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A Rede Municipal de Ensino de Boa Vista tem fortalecido a educação inclusiva por meio de 76 salas de recursos multifuncionais e Atendimentos Educacionais Especializados (AEE), que atendem atualmente 3.223 alunos na capital. São crianças com deficiência física, intelectual, auditiva ou visual, além de alunos com altas habilidades. Ao todo, são 146 professores dedicados a fornecer apoio especializado em escolas da capital, do campo e indígenas.

Boa Vista conta com o Centro Especializado em Transtorno do Espectro Autista (CETEA), que completou um ano de atividades em maio deste ano. Por lá, são ofertados atendimentos para alunos de 2 a 12 anos, com suporte de uma equipe composta por psicólogos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, fisioterapeutas, educadores físicos, pedagogos, arte-educadores e assistentes sociais.

Tem também o Centro Municipal Integrado de Educação Especial (CMIEE) – uma referência no atendimento inclusivo. Atualmente, 242 integrantes são acompanhados por uma equipe multidisciplinar composta por pedagogos, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais, fisioterapeutas, psicólogos e fonoaudiólogos. A unidade oferece suporte especializado para atender às necessidades individuais de cada aluno.

Criando memórias 

Nesta quinta-feira (19) um grupo de crianças assistido pelo CMIEE, visitou um rancho da cidade. Na oportunidade, exploraram as baias onde ficam os cavalos, conheceram um pouco da rotina de cuidados com os bichinhos e fizeram passeios individuais.

De acordo com a gestora do Centro, Caroline Fonteles, a atividade faz parte das comemorações alusivas ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, celebrado neste sábado (21). Ela destacou que esse tipo de iniciativa traz significativas contribuições para as crianças, que incluem o desenvolvimento de habilidades sensoriais e motoras.

“É um ambiente diferenciado do dia a dia do centro e isso é muito importante. O contato com a natureza e os animais estimula a percepção sensorial, promove a redução de estresse e melhora o bem-estar emocional dos pequenos. Além disso, experiências como essa ajudam a desenvolver habilidades sociais e a aumentar a autoestima, criando memórias positivas que contribuem para o crescimento integral deles”, disse.

Nandara Sousa é mãe do Emerson Matheus, de 10 anos, aluno com síndrome de down. Ela adorou a ideia de levar o filho para curtir essa experiência pela primeira vez. “Adorei a ideia. Com certeza traz muito aprendizado e é um dia que ele não vai esquecer. Ele é mais retraído e aqui interagiu bem. Sou muito grata pelo trabalho do Centro. Ele se desenvolveu bastante, principalmente na questão motora”, destacou a mãe.

Quem também gostou do passeio foi Jhonatan Barbosa, de 6 anos. Ele, que é autista, foi acompanhado da mãe, Laura Cristina. “Eu achei maravilhoso. Ele ficou muito empolgado e teve até dificuldade para dormir, de tanta empolgação. O meu filho é atendido no Centro há mais de três anos e sinto que ele desenvolveu muito a fala, a comunicação, além de aprender sobre números, cores e isso m deixa muito orgulho”, falou.

Fonte: Semuc

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