TSE e Whatsapp firmam parceria para combater fake news

Eleições 2022
Governo propõe salário mínimo de R$ 1.502 em 2025
Policial militar morre após perder controle de moto e ser atropelado por uma caçamba em Boa Vista
Motociclista morre após ser atingido por carro dirigido por jovem bêbado no Sul de Roraima
Desenvolve RR faz prospecção de clientes durante feira em Normandia

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o WhatsApp anunciaram nesta quinta-feira (27), terem firmado uma parceria na qual a plataforma se comprometeu a criar um canal de denúncias para apontar as contas suspeitas de realizar disparos em massa, iniciativa essa que é proibida pela legislação eleitoral e pelo próprio aplicativo de mensagens.

A iniciativa foi acertada em reunião do presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, com o chefe global do WhatsApp, Will Cathcart, com o objetivo de debater ações a serem implementadas pelo aplicativo de mensagens para combater notícias falsas e apoiar a eleição brasileira deste ano, segundo comunicado do tribunal.

Segundo o comunicado do TSE, o chefe do WhatsApp disse que o programa contra desinformação do tribunal é reconhecido internacionalmente e que a plataforma compartilha o compromisso e se engajará de forma ativa para combater a prática.

“Nós acreditamos firmemente em proteger a privacidade das conversas das pessoas, e acreditamos em mudanças cuidadosas como limites para o encaminhamento de mensagens, que desencorajam a desinformação ao mesmo tempo que respeitam a privacidade. Nós manteremos as medidas efetivas que tomamos e não estamos planejando nenhuma mudança significativa para o WhatsApp no Brasil durante o período eleitoral”, disse Will Cathcart, segundo o TSE.

Procurada, a assessoria do WhatsApp não fez comentários adicionais ao que foi noticiado pela corte eleitoral.

O presidente do tribunal, também de acordo com a nota, afirmou ter tido uma conversa boa e construtiva.

“Embora algum grau de regulação estatal seja inevitável, o modelo ideal deve partir de medidas concretas e políticas das próprias plataformas. Isso pode ser feito mediante regras claras e transparentes nos seus termos de uso e serviços, como também por meio de parcerias com os órgãos públicos, quando necessário. O acordo do WhatsApp com o TSE visa justamente proteger a democracia contra comportamentos inautênticos, mas sem restrição indevida ao debate público e à liberdade de expressão”, destacou.

A corte tem tomado iniciativas para impedir a disseminação de fake news como ocorreu nas eleições de 2018, quando o agora presidente Jair Bolsonaro foi eleito.

Em outubro passado, ao barrar uma ação que queria cassar a chapa Bolsonaro-Mourão, o ministro Alexandre de Moraes –que vai presidir o TSE nas eleições deste ano– disse que não vai tolerar a repetição da prática de disseminação de notícias falsas no pleito de 2022 e alertou que a conduta, se ocorrer, poderá levar à prisão e a cassação do registro da candidatura dos envolvidos.

Fonte: Portal Terra

Está gostando do conteúdo ? Compartilhe!

Facebook
WhatsApp
Twitter
LinkedIn
Telegram
Email
Print

Confira mais ...

PF deflagra operação para combater desvio de recursos da Secretaria Estadual de Saúde de Roraima
Polícia Civil prende homem condenado por estupro de crianças
Abertas vagas para processo seletivo de bolsistas para Embrapa RR
Polícia Civil cumpre cinco mandados de prisão preventiva contra acusados de homicídio em Alto Alegre
FICCO-RR PRENDE UMA PESSOA POR TRÁFICO DE DROGAS EM BOA VISTA
Polícia Civil cumpriu mandados de prisão e apreensão para esclarecer morte de casal
PL que altera lei de regularização fundiária de Roraima possui 37 emendas propostas por comissão especial da ALE-RR
Polícia Civil esclarece fraude Imobiliária, localiza suspeito de estelionato e apreende veículos